quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Bolha.


Sem discurso, raciocínio e sem organizações rigorosas, em que nada é arbitrário, mesmo se não tivermos condições de dizer a razão disso!

O trabalho de construção da bolha foi pensado em algo que emana, no caso da nossa condição, de dentro para fora, e é plasmada como personalidade ou como estilo de dentro para fora, alguma coisa que venha do interior para o exterior.
As coisas se convertem em representações constituídas pelo sujeito onde experimenta diversas sensações que estimulam varios sentidos,   o  pensamento  sobrevoa  o mundo sem  buscas ansiosas por explicações verbais de coisas reais e concretas.
ENTENDER significa reduzir a obra à esfera inteligível, as pessoas têm MEDO DE SENTIR, por isso elas ENTENDEM e a explicação assassina a fruição da estética, direcionando-a num sentido único e na loucura não há unidade, pois é fragmentária!

Experimentando o tumulto das emoções...


Referências:
CONVERSAS.  PONTY, MERLEAU- FRANÇA 1948
Quem tem medo de arte contemporânea. Cocchiarale, Fernando -Recife 2006


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