Sem discurso, raciocínio e
sem organizações rigorosas, em que nada é arbitrário, mesmo se não tivermos
condições de dizer a razão disso!
O trabalho de construção da bolha
foi pensado em algo que emana, no caso da nossa condição, de dentro para fora,
e é plasmada como personalidade ou como estilo de dentro para fora, alguma
coisa que venha do interior para o exterior.
As coisas se convertem em representações
constituídas pelo sujeito onde experimenta diversas sensações que estimulam
varios sentidos, o pensamento
sobrevoa o mundo sem buscas ansiosas por
explicações verbais de coisas reais e concretas.
ENTENDER significa reduzir a
obra à esfera inteligível, as pessoas têm MEDO DE SENTIR, por isso elas
ENTENDEM e a explicação assassina a fruição da estética, direcionando-a num
sentido único e na loucura não há unidade, pois é fragmentária!
Experimentando o tumulto das
emoções...
Referências:
CONVERSAS. PONTY, MERLEAU- FRANÇA 1948
Quem
tem medo de arte contemporânea. Cocchiarale, Fernando -Recife 2006
Lindo!
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